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Como configurar o Outlook Express
Introdução
Por ser distribuído junto com o navegador Internet Explorer, o Outlook Express é o cliente de e-mail mais usado nos sistemas operacionais Windows. Sua função é, basicamente, enviar e receber e-mails, sem que para isso seja necessário utilizar o site no qual o internauta possui conta de e-mail. O objetivo desse artigo é mostrar como configurar o Outlook Express em sua conta de e-mail. É importante frisar que é necessário ter as seguintes informações: nome do servidor POP e nome do servidor SMTP. Essas informações devem ser solicitadas ao provedor do e-mail e caso não existam, é porque seu e-mail não suporta esse tipo de utilização.
Configurando o Outlook Express
O primeiro passo, obviamente, é entrar no Outlook Express. Depois disso, vá em Ferramentas / Contas, clique em Adicionar e, posteriormente, em Email, como mostra a figura abaixo:

Feito isso, aparecerá uma janela onde você deve indicar seu nome, o nome da empresa ou um apelido qualquer. É esta informação que aparecerá no campo “De” de todas as mensagens que você enviar:

O próximo passo é preencher o campo “Endereço de email”. Nele, você digitará seu e-mail:

Na janela seguinte, é necessário informar o nome dos servidores do seu e-mail. Relembrando, essas informações são fornecidas pelo seu provedor. O primeiro, é o servidor de mensagens recebidas, que geralmente é POP3 (também pode ser IMAP). O segundo, é o servidor de mensagens enviadas, SMTP:

Agora o último passo, que consiste em preencher o nome da conta, que nada mais é do que tudo o que vem antes do @ do seu endereço. Depois, você deve fornecer sua senha de acesso ao e-mail. Se você deixar marcada a opção “Lembrar senha”, não será necessário informar a senha toda vez que você acessar o Outlook Express. Por isso, é recomendável deixar desmarcada tal opção, caso você compartilhe o mesmo usuário do computador com mais alguém:

Pronto! Você já configurou a conta de e-mail e poderá usá-la. No entanto, a grande maioria dos provedores de e-mail só permite o envio de mensagens se houver autenticação. Para isso, vá em Ferramentas / Contas / Email, escolha a conta que você acabou de criar e clique no botão Propriedades. Em seguida, escolha a guia Servidores e marque a opção “Meu servidor requer autenticação”.

Clique no botão Configurações. Geralmente, a opção “Usar as configurações do servidor de entrada de emails” é que deve ser marcada. No entanto, caso o provedor use uma senha para envio e outra para recebimento, marque a opção “Fazer logon usando” e preencha os campos “Nome da conta” e “Senha”.
Finalizando
Caso você queira criar outra conta, vá em Arquivo / Identidades e escolha Adicionar nova identidade. Feito isso, siga as orientações que aparecem e repita os procedimentos explicados aqui.
Este tutorial foi feito com base na versão 6 do Outlook Express. Assim, algumas diferenças podem existir em relação a outras versões.
Escrito por Emerson Alecrim – Info Wester
Os vírus representam um dos maiores problemas para usuários de computador. Consistem em pequenos programas criados para causar algum dano ao computador infectado, seja apagando dados, seja capturando informações, seja alterando o funcionamento normal da máquina. Os usuários dos sistemas operacionais Windows são vítimas quase que exclusivas de vírus, já que os sistemas da Microsoft são largamente usados no mundo todo. Existem vírus para sistemas operacionais Mac e os baseados em Unix, mas estes são extremamente raros e costumam ser bastante limitados. Esses “programas maliciosos” receberam o nome vírus porque possuem a característica de se multiplicar facilmente, assim como ocorre com os vírus reais, ou seja, os vírus biológicos. Eles se disseminam ou agem por meio de falhas ou limitações de determinados programas, se espalhando como em uma infecção. Um exemplo disso, são os vírus que se espalham através da lista de contatos do cliente de e-mail do usuário. Veja nas próximas linhas os tipos de vírus existentes e algumas informações adicionais.
Como os vírus agem
Os primeiros vírus foram criados através de linguagens como Assembly e C. Nos dias de hoje, os vírus podem ser criados de maneira muito mais simples, podendo, inclusive, serem desenvolvidos através de scripts e de funções de macro de determinados programas.
Para contaminarem os computadores, os vírus antigamente usavam disquetes ou arquivos infectados. Hoje, os vírus podem atingir em poucos minutos milhares de computadores em todo mundo. Isso tudo graças à Internet. O método de propagação mais comum é o uso de e-mails, onde o vírus usa um texto que tenta convencer o internauta a clicar no arquivo em anexo. É nesse anexo que se encontra o vírus. Os meios de convencimento são muitos e costumam ser bastante criativos. O e-mail (e até o campo assunto da mensagem) costuma ter textos que despertam a curiosidade do internauta. Muitos exploram assuntos eróticos ou abordam questões atuais. Alguns vírus podem até usar um remetente falso, fazendo o destinatário do e-mail acreditar que trata-se de uma mensagem verdadeira. Muitos internautas costumam identificar e-mails de vírus, mas os criadores destas “pragas digitais” podem usar artifícios inéditos que não poupam nem o usuário mais experiente.
Ainda, há os vírus que exploram falhas de programação de determinados softwares. Algumas falhas são tão graves que podem permitir a contaminação automática do computador, sem que o usuário perceba. Outros vírus costumam se propagar através de compartilhamento de recursos, como aqueles que inserem arquivos em pastas de programa P2P (softwares desse tipo permitem o compartilhamento de arquivos entre internautas ou usuários de uma mesma rede de computadores).
Após ter contaminado o computador, o vírus passa então a executar suas tarefas, que podem ser dos mais diversos tipos, desde a simples execução de um programa até a destruição total do sistema operacional. A maioria dos vírus tem como primeira atividade a tentativa de propagação para outros computadores.
Mitos
É importante desmentir alguns mitos: eventos que não executam o programa que contém o vírus “colado” não irão acioná-lo. Assim, se um programa contaminado for salvo em um HD ou disquete , isso não vai acionar o ataque do vírus. Por isso, se o evento que ativa o vírus não for acionado nunca pelo usuário, o vírus ficará “adormecido” até o dia em que o programa for executado.
Outra coisa que deve ser desmentida é a crença de que os vírus podem danificar o hardware do computador. Os vírus são softwares e portanto não há como eles queimarem ou quebrarem dispositivos do computador. De certo, existem vírus que apagam o BIOS da placa-mãe, deixando-a sem capacidade para ser usada, dando a impressão de que foi quebrada. No entanto, com equipamentos usado em laboratórios ou com softwares especiais, é possível recuperar o BIOS e aí se constatará que a placa-mãe está com seus componentes de hardware como estavam antes do ataque. Os BIOS atuais estão melhor protegidos deste perigo e são mais facilmente recuperáveis em casos de problemas.
Outros tipos de pragas
Existe uma variedade de programas maliciosos, aqui, no InfoWester, chamadas de “pragas digitais”, que não são exatamente vírus. A definição do que a praga é ou não é depende de suas ações e formas de contaminação. Mesmo havendo essa distinção, é comum dar o nome de vírus para generalizar todos os tipos de pragas. Os outros tipos mais comuns são vistos a seguir:
Cavalo-de-tróia
Cavalos-de-tróia (trojans) são um tipo de praga digital que, basicamente, permitem acesso remoto ao computador após a infecção. Os cavalos-de-tróia podem ter outras funcionalidades, como captura de dados do usuário e execução de instruções presentes em scripts. Entre tais instruções, podem haver ordens para apagar arquivos, destruir aplicativos, entre outros.
Quando um cavalo-de-tróia permite acesso ao computador, o que ocorre é que a praga passa a utilizar portas TCP e de alguma maneira informa a seu criador a “disponibilidade” daquele computador. Ainda, a praga pode se conectar a servidores e executar instruções que estejam disponíveis no momento do acesso.
Worm
Os worms (vermes) podem ser interpretados como um tipo de vírus mais inteligente que os demais. A principal diferença entre eles está na forma de propagação: os worms podem se propagar rapidamente para outros computadores, seja pela Internet, seja por meio de uma rede local. Geralmente, a contaminação ocorre de maneira discreta e o usuário só nota o problema quando o computador apresenta alguma anormalidade. O que faz destes vírus inteligentesé a gama de possibilidades de propagação. O worm pode capturar endereços de e-mail em arquivos do usuário, usar serviços de SMTP (sistema de envio de e-mails) próprios ou qualquer outro meio que permita a contaminação de computadores (normalmente milhares) em pouco tempo.
Spywares, keyloggers e hijackers
Apesar de não serem necessariamente vírus, estes três nomes também representam perigo. Spywares são programas que ficam “espionando” as atividades dos internautas ou capturam informações sobre eles. Para contaminar um computador, os spywares podem vir embutidos em softwares desconhecidos ou serem baixados automaticamente quando o internauta visita sites de conteúdo duvidoso.
Os keyloggers são pequenos aplicativos que podem vir embutidos em vírus, spywares ou softwares suspeitos, destinados a capturar tudo o que é digitado no teclado. O objetivo principal, nestes casos, é capturar senhas.
Hijackers são programas ou scripts que “sequestram” navegadores de Internet, principalmente o Internet Explorer. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).
Os spywares e os keyloggers podem ser identificados por programas anti-spywares. Porém, algumas destas pragas são tão perigosas que alguns antivírus podem ser preparados para identificá-las, como se fossem vírus. No caso de hijackers, muitas vezes é necessário usar uma ferramenta desenvolvida especialmente para combater aquela praga. Isso porque os hijackers podem se infiltrar no sistema operacional de uma forma que nem antivírus nem anti-spywares conseguem “pegar”.
Antivírus
Existe uma variedade enorme de softwares antivírus no mercado. Independente de qual você usa, mantenha-o sempre atualizado. Isso porque surgem vírus novos todos os dias e seu antivírus precisa saber da existência deles para proteger seu sistema operacional. A maioria dos softwares antivírus possuem serviços de atualização automática. Abaixo há uma lista com os antivírus mais conhecidos:
Norton AntiVirus - Symantec – www.symantec.com.br – Possui versão de teste.
McAfee - McAfee – http://www.mcafee.com.br – Possui versão de teste.
AVG – Grisoft – www.grisoft.com – Possui versão paga e outra gratuita para uso não-comercial (com menos funcionalidades).
Panda Antivirus - Panda Software – www.pandasoftware.com.br – Possui versão de teste.
É importante frisar que a maioria destes desenvolvedores possuem ferramentas gratuitas destinadas a remover vírus específicos. Geralmente, tais softwares são criados para combater vírus perigosos ou com alto grau de propagação.
Escrito por Emerson Alecrim – Publicado em 30/06/2003 – Info Wester
Criar uma senha complexa é um passo importante para aumentar a segurança de suas ações na Internet. Mas como fazer isso? O WNews explica.
1- Criação
O primeiro passo é classificar a importância das informações a serem protegidas. Se você quer acessar seu e-mail pessoal, não é necessário criar uma senha altamente complexa. Basta que ela tenha, no mínimo, seis caracteres sem qualquer seqüência lógica e repetição, compostos de números e letras. Procure utilizar letras, números e, se possível, símbolos (como # , _ , @, -, / e afins), além de variar entre letras maiúsculas e minúsculas.
Já para acessar internet banking, por exemplo, é preciso aumentar o grau de complexidade. Para esse tipo de informação, é bom usar, no mínimo, oito caracteres para a senha. Como login e senha, evite utilizar seu nome ou sobrenome; prefira palavras que façam sentido só para você.
2- Mantenha seu login/senha a salvo
Não escreva suas senhas em papéis, muito menos salve na máquina documentos digitais, como o Word, sem proteção de senha. O editor de textos da Microsoft permite criar documentos protegidos por senha com muita facilidade, ou seja, você pode guardar todas as suas senhas importantes sem correr o perigo de que alguém não autorizado acesse essas informações.
3- Renove a segurança de suas senhas/logins periodicamente
Não basta simplesmente criar senhas criativas, com informações que só você sabe e guardá-las a sete chaves. Da mesma forma que é importante fazer um back up de seus arquivos pessoais mais importantes, atualizar programas e desinstalar aplicativos antigos ou que você não usa mais, dependendo da importância das informações que você quer proteger, recomenda-se que você troque suas senhas de acesso a cada três meses. É bom também evitar utilizar a mesma senha em sites diferentes.
4- Só a senha não basta
Lembre-se: uma senha complexa não garante a sua segurança na Internet. Mantenha antivírus e firewall atualizados, e fique atento a golpes virtuais. Saiba como se proteger nos links abaixo:
>> Proteja o seu notebook
>> 10 dicas para se proteger de phishing e pharming
>> Evite invasões no seu micro
>> 20 tutoriais para proteger o seu PC
Arquivado em: Dicas, Informática | Tags: Proteja seu notebook contra criminosos
Com a queda de preços e as facilidades de pagamento, os notebooks deixaram de ser um sonho e se tornaram realidade para muitos brasileiros. Prova disso é que em 2007 foram vendidos no País 1,5 milhão de portáteis, com aumento de 153% em comparação ao ano anterior, segundo dados da IDC. Se você é um desses privilegiados ou usa seu laptop para acessar informações em qualquer lugar, precisa ficar atento a medidas de segurança para proteger sua máquina contra roubo e perda de dados importantes.
Para muita gente, o notebook é uma ferramenta essencial para o trabalho. Dependendo do ramo de atividade profissional, às vezes os notebooks carregam informações valiosas – em alguns casos, esses dados valem muito mais que a máquina, cujos preços médios variam de R$ 2 mil a R$ 7 mil.
Por isso, os especialistas aconselham essas pessoas a brindarem seus portáteis com firewall, criptografia e outros recursos de segurança. Além disso, os usuários devem ficar espertos com o transporte de suas máquinas e se manterem vigilantes na hora de abri-las em locais públicos, como cybercafe e aeroportos.
Leia mais:
Tutorial: leve seu laptop com segurança O WNews dá dez dicas para que você aproveite todas as vantagens do mundo wireless com mais tranqüilidade. Confira a seguir:
1- Autenticação segura
Crie diferentes tipos de senhas para evitar que outras pessoas possam acessar seu notebook em caso de roubo ou furto. Você pode usar smart card, que carrega códigos criptografados combinados com suas características físicas por meio de biometria. Alguns laptops já são comercializados no mercado com leitores para reconhecer usuários pela impressão digital e em breve trarão sistemas para autenticação facial.
2- HD protegido
Mesmo que o ladrão não consiga descobrir sua identidade em caso de roubo, ele poderá tentar ler os dados de seu HD em outra máquina. É importante verificar se seu notebook vem com um sistema de criptografia para disco rígido. Esse recurso está presente em modelos mais sofisticados e veda o HD com chaves de 2.048 bits, impedindo leitura dos dados gravados.
3- Tenha o hábito de fazer backup
Procure fazer sempre backup dos dados que você armazena no notebook, principalmente antes de uma viagem. Algumas informações podem ser copiadas em pendrives com leitores biométricos, que reconhecem o usuário pelas digitais. Transcend e Sandisk, por exemplo, oferecem esse tipo de produto. Essa tecnologia também já está presente em HDs portáteis externos, como é o caso da linha da LaCie.
4- Filtros contra bisbilhoteiros
Ao abrir seu laptop em salas de embarque de aeroportos e locais públicos proteja a tela para evitar que espiões de plantão leiam as informações que você está vendo. Uma das soluções para resolver o problema é o uso de filtros de monitores. A 3M e HP são algumas das empresas que oferecem esse produto como opcional.
5- Acesso à rede Wi-Fi
Antes de entrar nessas redes públicas sem fio e expôr dados confidenciais armazenados em seu laptop, certifique-se de que sua máquina está protegida com firewall atualizado e configurado para acesso wireless com chaves criptográficas.
6 – Contratação de seguro
Se seu notebook é uma máquina sofisticada que custou caro, avalie se vale a pena fazer um seguro. Mas é importante verificar se cobertura vale para qualquer tipo de roubo, não apenas em casos de assalto.
7- Vigilância em aeroportos
No caso de viagens é importante redobrar os cuidados em aeroportos, pois são locais muito visados pelas quadrilhas. Mantenha-se vigilante o tempo todo com seu notebook no saguão, na hora da fiscalização pela Policia Federal e também dentro do avião. Especialistas recomendam guardar a máquina embaixo do banco da frente e não nos compartimentos de bagagem superiores, onde várias pessoas terão acesso, facilitando o furto.
8 – Transporte adequado
O transporte de laptops em pastas específicas para esses equipamentos dão muita bandeira para assaltantes. O mesmo acontece com as mochilas carregadas por executivos engravatados. Às vezes, é mais seguro transportá-los em uma sacola comum, recomendam especialistas. Não use seu laptop em táxis, pois muitos bandidos circulam em motos de olho nesse tipo de transporte. Evite também transportar sua máquina no banco traseiro do carro. É menos arriscado colocá-la no porta-malas. E, estacione, de preferência dentro do prédio.
9 – Sem exibicionismo
Não comente publicamente as qualidades e os diferenciais de seu laptop. Evite cenas de demonstrações como carregá-lo embaixo do braço no elevador ou em escadas.
10- Procure manter o controle
Em caso de assalto, a recomendação é a usual: não reaja e entregue o laptop para evitar violência.
Fonte: Yahoo Tecnologia
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SÃO FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) – A Apple revelou nesta segunda-feira a nova versão de seu celular iPhone para a terceira geração de telefonia móvel, o que garante recursos de acesso rápido à Internet.
O presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, exibiu o novo e aguardado aparelho durante a conferência da Apple para desenvolvedores. O novo modelo chega quase um ano depois do início das vendas do iPhone original.
A Apple vendeu 6 milhões de iPhones, afirmou Jobs, e analistas afirmam que os negócios com o aparelho podem eventualmente se equiparar ao tamanho das atividades da empresa com os computadores Macintosh ou com o player de mídia digital iPod.
Segundo Jobs, o iPhone 3G terá capa posterior de plástico, som melhorado e botões de metal sólido. Ele diz que a velocidade de download do novo modelo é 2,8 vezes mais rápido que as atuais redes suportadas pelo aparelho.
O aparelho ganhou GPS, em que pode funcionar como um rastreador de caminhos. Ele terá bateria de 300 horas em standby, até 6 horas de navegação em alta velocidade, 5 horas de ligações pelas redes 3G, 7 horas para vídeo e um dia inteiro para áudio.
Segundo a Apple, o aparelho começa a ser vendido no dia 11 de julho em 22 países ao preço de 199 dólares – preço para o modelo com 8 GB de memória – o equivalente a um terço do preço inicial da versão anterior. O modelo de 16 GB custará 299 dólares
(Por Scott Hillis)
